Atelier Vyasa
Arquitectura Portuguesa . Portuguese Architecture
Atelier Vyasa Arquitetura portuguesa localizado em Braga pelos arquitectos Pedro Rocha Vinagreiro e Marta Fernandes
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EDIFÍCIOS GH L6L7

O Atelier Vyasa foi contratado para projectar 2 edifícios habitacionais, cada um com 6 apartamentos:

4 T1 - 1 T2 - 1 T3


A área a intervir está abrangida pelo Alvará de Loteamento 626 de 13/11/2009 com aditamento de 27/11/2017 e pelo Plano Director Municipal de Coimbra, em espaços residenciais que estão sujeitos aos parâmetros máximos de edificabilidade aprovados no projecto de loteamento da urbanização da Quinta da Maia.


A obra de edificação de um edifício de habitação, será construída de raiz num terreno sem pré-existência, mas inserido num loteamento que se encontra com as infraestruturas executadas, este conjunto de lotes contíguos faz-se cumprir na implantação, alinhamentos, cérceas, áreas da superfície de pavimento, cota de soleira, perfil de rua e volumetria. A solução dá resposta às necessidades do cliente, às condicionantes impostas e beneficia toda a zona envolvente, valorizando-a.

O edifício está pensado de forma a que seja acessível a todos e que a evacuação dos seus utilizadores, assim como os seus elementos de construção apresentam a aplicação adequada ao tipo de uso, desgaste e resistência ao fogo necessária.


O terreno a intervir tem 317m2 e o seu limite está definido pelos lotes contíguos, pelo acesso da via pública e termina num talude na zona de logradouro.

A proposta organiza-se em quatro pisos acima da cota da soleira com a função de habitação e um piso abaixo da cota soleira para estacionamento (CV+4P), conforme previsto no Alvará de Loteamento.

A divisão das áreas foi distribuída por 6 fracções (T2-1 fracção no piso 0; T1-4 fracções nos pisos 1 e 2; T3-1 fracção no piso 3) todas elas acessíveis por elevador e caixa de escadas. Através das áreas comuns, que ligam todo o corpo da zona de circulação horizontal e vertical, faz-se o acesso a todas as fracções destinadas a habitação. No interior de cada fogo a área social abre-se para o exterior através de grandes vãos e uma ampla varanda, reservando a zona íntima, com vãos mais contidos, para maior privacidade dos quartos.

Na entrada do edifício está previsto um armário para ramais de chegada e contadores das infraestruturas necessárias, tais como os contadores por piso e fracção.


Estratégia arquitectónica

O volume em betão faz composição assimétrica com as floreiras, estendendo o elemento verde até cada habitação integrada na envolvente natural característica do local. Este jogo de cheios e vazios surge sobre um envasamento, uma malha electrossoldada formada por barras verticais, num jogo dissimulado de luz e sombra, onde se encobre a porta de entrada do edifício, o portão de acesso à garagem, assim como uma maior privacidade e segurança para a varanda do piso 0 sem a privar de ventilação e luz natural.

A proposta tem como propósito considerar o conjunto através da criação de linhas que se enquadram em alinhamento e volumetria, escala e matéria na sua envolvente e respectivos eixos visuais, tirando daí maior proveito da exposição solar e articulação interior/exterior. O projecto apresenta uma disposição espacial simples, mas dinâmica, para uma melhor distribuição e adaptação à área a intervir, que procura contribuir para uma melhor harmonia estética e funcional, que dá resposta às necessidades do cliente, do local e da legislação aplicável, nomeadamente das acessibilidades. A sua linguagem de contemporaneidade realça o carácter da obra.


O arruamento é servido por redes de infra-estruturas eléctricas, telefónicas, telecomunicações, abastecimento de água, rede de saneamento básico. Deste modo estão asseguradas todas as condições para a obra de edificação.

Sendo fundamental dar resposta às acessibilidades e SCIE, esta condicionou o volume ocupado pelas áreas comuns que, por sua vez, restringe o acesso e a área de circulação na garagem.



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